Quando nascem são irmãos...são filhos...Quando morrem são só...indigentes...
Quando respiram acreditam estar vivos...
E a agenda cega segue incoerente e bestial...
Mas você não se avisou sobre isso...
Sobre o circo...
Sobre o risco...
Sobre o visgo que prende o ser a pedra...
E dela não nascerá uma flor pequena sequer...
Pois será tarde...
Não será raro...
E será só a espera...
E a saudade de futuro...





